Uma palavra grande.

Ciúme.  Uma palavra pequena para um sentimento tão grande e difícil de lidar, porque é estranho você perceber que gosta tanto de uma pessoa a ponto de ser egoísta, de querer que ela seja só sua e que ninguém pode conhecê-la da mesma maneira que você.

O ciúme pode acontecer com um namorado, nossos pais, coisas do nosso quarto e o que é mais difícil pra mim, o ciúme do melhor amigo, pelo simples medo de perder sua amizade.

É horrível quando você vira a pessoa enciumada. É horrível ficar com a cara amarrada. E é ainda mais horrível quando você conhece melhor esse outro ser estranho que entrou na vida de alguém especial e aprende a gostar dela.

Infelizmente essa última parte ainda vou ter que esperar para acontecer. Mas por mim ela poderia ser esquecida.

Odeio ter ciúmes e odeio pensar que você possa se esquecer de mim…

Receita.

Ingredientes:

2 pessoas, sendo elas completamente diferentes;

1 pitada de amizade;

2 xícaras de chá de flerte;

1 colher de café de medo e a mesma quantia de arrependimento;

1 pessoa igual uma das outrs usadas anteriormente;

1 mistura de raiva e lágrimas (usadas a gosto).

Modo de preparo:Coloque as duas pessoas diferente em uma tigela, misture e bata na batedeira com a amizade, espere algumas horas até ficar fofo. Acrescente as duas xícaras de flerte e leve ao fog por apenas 5 minutos. Coloque o medo  que serve para talhar a massa, e logo em seguida coloque o arrependimento muito rápido. Por fim, coloque a outra pessoa e sirva com a mistura de raiva e as lágrimas.

Pronto, agora você tem uma amizade com um amor irrelevante.

Queria ser um livro.

Eu queria que a vida fosse um livro, pois nele os personagens conseguem passar por aventuras, dramas, amores, amizades e quando tudo parace ruim, eles apenas respiram, pensam em uma solução boba, às vezes um tanto complicada. Mas o final é maravilhoso e sempre consegue nos convencer que na vida podemos superar tudo.

Nunca vou me esquecer do que um amigo muito idiota me disse: “Para de viver como esses personagens de livros, pois a vida é uma droga e você não é a protagonista de nada, só da sua vida”. Acho que eu até o ouviria, mas não vou nunca aceitar essas palavras de um garotinho de 18 anos que ama dramas e que vive de hipocrisia.

E quer saber, vivo mesmo em outra realidade, vivo pensando como seria a minha vida se ela fosse um livro e acho que seria maravilhoso poder voltar no tempo e viver tudo de novo.

Desculpa, mas eu ainda acredito que tudo vai dar certo no final e que vou conseguir dar uma lição em todos que acharam que eu era uma boba.

Sinto falta disso.

Sinto falta de seu sorriso tão lindo; das nossas primeiras conversas tão tímidas mas cheias de curiosidades e animação; da sua reação com os meu bilhetes bobos que você guarda em sua casa.

Mas tem uma coisa que eu nunca vou me esqueçer: do nosso primeiro beijo, que foi num lugar tão incomum, mas que foi verdadeiro e cheio de espectativas.

Ainda bem que você nunca desistiu de mim, que continua me apoiando, me escutando e me amando, pode ser um amor de um amigo ou de um irmão, mas estou extremamente feliz por ter você na minha vida.

Obrigado por tudo.

Cansada de tudo isso.

Ando um pouco cansada de tentar ser o que não sou. Meus pais sempre me ensinaram que  preciso ser eu mesma, não ter medo de dar a minha opinião, a acreditar que posso fazer de tudo um pouco e o mais importante: não me importar com as coisas ruins que  os outros dizem. E foi assim que eu passei a minha vida.

Mas infelizmente nem sempre é fácil fazer tudo isso…

As pessoas costumam ser muito cruéis e levam tudo ao extremo: se você fala o que você pensa é apenas um bocudo que não gosta de nada, e se você concorda com tudo você é um frouxo sem opinião; e assim nunca vamos encontrar um meio termo, mesmo assim tentamos ao máximo agradar a todos. E é nisso que erramos!

Sei que é muito difícil não escutar o que os outros falam porque é quase que certo que eles falam coisas maldosa e que nos magoam muito; mas temos que seguir em frente e ser como bem entendemos, afinal só devemos satisfações para nós mesmos e aos nossos pais. O resto… nunca vai importar muito!